Resquícios

crônicas do cotidiano, resenhas mirabolantes & um tonel de sentimentos

Olá você do lado dai!

Sou a Luciana, mas pode chamar de Lu, artista de hand lettering, blogueira, ilustradora, designer e artesã, viciada em pinterest, café, chá de maça, Harry Potter e BTS. Tem uns textos meus por ai desde 2010.

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o que eu fiz dessa vez?

Se tem uma coisa que me deixa extremamente confusa é a atitude das pessoas, estou falando daqueles dons maravilhosos de uma hora estarem sorrindo para você e no momento seguinte agirem como se te odiassem a vida inteira. Afinal o que fiz dessa vez? Mentalmente sempre me pergunto o que fiz para elas, chego a passar horas revivendo meus passos e atitudes do dia para tentar entender ou descobrir onde cometi o erro…aquele que o fez virar as costas para mim. Veja bem, não sou exemplo de vida para ninguém, muito menos um poço de paciência e perfeição, mas gosto das coisas claras e resolvidas, simples assim.
Acredito que o melhor para se resolver algo é tendo uma boa e franca conversa, mas, o que fazer se a pessoa não deseja isso ou não dá o primeiro passo? Bem, não sei. Por um longo tempo fui o tipo de pessoa que corria atrás, e que mesmo não tendo feito nada às vezes estava pronta para pedir desculpas e resolver toda a situação da melhor forma possível, sabem o que aprendi com isso? Que algumas pessoas simplesmente não valem esse sacrifício, essa coisa do qual tanto falamos chamada empatia.

É clichê, sei bem disso, tudo isso não passa de um enorme clichê, mas o que posso fazer se minha vida parece um eterno filme de drama? Nada! Essa é a verdade. Às vezes me afundo tanto em pensamentos que esqueço daqueles que estão ao meu lado o que acabo por afastá-las, eu não as culpo se é o que querem saber, seria injustiça, mas simplesmente as deixo ir. Não luto mais. Não por medo da rejeição, ou por não querer ouvir o que elas têm a me dizer, mas pelo simples fato de saber que de uma forma ou de outra elas acabaram partindo.

O que eu fiz dessa vez? Bem não sei e sinceramente não ando afim de saber, tenho tanto em minha mente que o melhor que posso fazer é calar-me, o que é errado — acredite, conheço todos esses clichês — mas é que simplesmente não cabe mais prendê-los, somos donos de nossos destinos e escolhemos na vida de quem queremos ficar.

Comentários

  1. Oiiie

    Também não entendo essa capacidade do ser humano. Acho que sentar e ter uma conversa franca é a melhor maneira de resolver. Mas como você, cansei de ser a que sempre vai atrás. :(

    Beijos

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  2. Vou falar pelo outro lado (mas, lógico, eu não sei se é bem isso o que aconteceu, rs). Eu tenho o humor completamente volátil, eu fico mau humorada muito repentinamente e as vezes uma coisa normal que alguém faz todo dia, um dia, do nada, me parece insuportável. Muitas pessoas já se afastaram de mim por isso, e sei que muitas outras não se afastam por algum tipo de interesse, mas estão sempre falando mal. Normalmente conversar esclarece as coisas (nem sempre resolve...), mas sei também que é muito chato ficar correndo atrás, tentando entender. As vezes é coisa da nossa cabeça mesmo, as vezes é porque a gente esta sofrendo - mas as vezes é estupidez, então nem sempre tem que ficar correndo atrás mesmo pra tentar entender e consertar!

    Sei que não ajudei, rs :( mas espero ter ajudado! ;)
    Bjs!
    www.natalidasluzes.blogspot.com

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  3. Como posso dizer, pessoas vão e vem, e sempre têm as que ficam. Em geral são a família e alguns amigos de infância. Colegas de classe, trabalho ou igreja na maioria se vão. E sim existem muitas exceções. Rsrsrs

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  4. Então, seu post me deixou muito tocada, por várias razões. percebo que você fica triste com esse tipo de atitude das pessoas, e vejo nas suas palavras situações semelhantes que passei, dos dois lados.
    Sou uma pessoa extremamente tímida e com uma personalidade meio esquisita, confesso que muitas vezes afastei pessoas por ser instável e não conseguir "correr atrás". Se eu pudesse faria tudo diferente, pois machuquei muita gente.

    http://www.umavidaemandamento.blogspot.com/

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  5. Primeira vez aqui em seu blogue e amei o título 'ventos de maio'. Uau. Eu sou aquela que em dezembro deseja fechar os olhos e acordar dentro das tardes de maio. rs

    Bem, quanto ao seu post, eu lembrei de mim num tempo anterior a esse, quando eu não entendia a reação de pessoas que em um dia estavam próximas e no outro, estavam a léguas de distâncias.

    Superei. Hoje eu simplesmente não me incomodo mais. Se ficar, ótimo... seja bem vindo, mas se for embora, que os bons ventos o levem. rs

    Adorei o post
    bacio

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  6. Com o tempo, a gente vai aprendendo que são poucas as pessoas que vão ficar na nossa vida, a maioria, realmente acaba indo embora e não há nenhum problema nisso, a vida é assim e a gente tem que seguir em frente, valorizando os poucos que estão ao nosso lado.

    http://lenabattisti.blogspot.com.br/

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  7. As pessoas tem um talento incrível mesmo de mudar de uma hora pra outra, e nós é que temos que saber lidar com tudo depois... Mas pelo menos no ensina a ser melhores e não ser como elas... E é assim mesmo... vamos valorizar quem realmente quer ficar ao nosso lado...
    Bjks!

    Mundinho da Hanna

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